quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

ECOS DO (meu) PASSADO...



... de um filme com mais de 20 anos e do qual me lembrei ontem a propósito DESTE comentário do Manuel.

Há uma frase que Mickey Rourke, interpretando o papel de James Wheeler, diz à bela Emily (Carré Otis) que me ficou gravada na memória: 


«We all have to lose ourselves sometimes... to find ourselves!»


Quando vi este filme (há séculos atrás...) percebi que ele me tinha marcado, mas talvez só mais recentemente percebi o quanto! Como também só nessa altura entendi o verdadeiro significado daquela frase... (ver ao min 5:15)







15 comentários:

  1. Tão velhinho :) nem já me lembrava dele :)

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    1. Vício

      Sinal de que o tempo passa de forma impiedosa!! :((
      (25 anos é mesmo muito tempo!)


      Beijinhos sem idade
      (^^)

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  2. Já lá vão uns tempinhos sim...mas ainda me lembro, ainda que vagamente, deste filme. Por falar em perdições, acho que a mãe também se perdeu...:P

    Beijinhos nada selvagens :)

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  3. Vou ver logo o filme, não o conheço.

    Independentemente do filme, a frase é atraente quando empregada metafóricamente, na vida real; não tem a mesma conotação divertida, pois é demasiado arriscado, perdermo-nos voluntáriamente. Quase sempre, o gosto de estar perdido, é marcadamente amargo e o desfecho destas situações não é nada interessante...

    ~ ~ ~ A b r a ç o. ~ ~ ~

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  4. Já não me lembrava desse filme, mas foi bom reviver.
    Beijinho

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  5. Cara Amiga Afrodite!
    Por Chronos, como o tempo urge!
    Lembro vagamente desta película!
    No meu caso estou a perder a memória, será que retornará?!...
    Caloroso abraço! Saudações desmemoriadas!
    Até breve...
    João Paulo de Oliveira
    Um ser vivente em busca do conhecimento

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  6. Não vi o filme apesar de gostar bastante da forma brutal do Michael Rourke representar. A frase... tem muito que se lhe diga! Mas dá que pensar.

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  7. Como a minha memória anda fraca. Sei que vi este filme mas já não me recordo da história.

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  8. Obrigada querida por me fazeres recuar no tempo, vi este filme com o meu falecido marido e nossas princesas, adorei.

    beijinho e uma flor

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  9. Adorei este filme, que já estava esquecido.
    Mas Afrodite, na vida, há sempre um ou mais momentos em que nos perdemos, para a seguir, demore o tempo que demorar, nos encontrarmos.
    Mais um filme e (re) ver
    Obrigada..
    Beijinho

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  10. Um filme que os juntou na tela e, ainda que brevemente, na vida.
    Beijinhos

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  11. Um filme protagonizado por um tipo que teve (tinha) tudo para ser um astro.
    Um actor excepcional, com um início de carreira brilhante, que se utilizou
    a máxima da frase, infelizmente para ele (e para nós, que passámos a ver
    alguém remotamente parecido com ele na tela), se ficou pelas reticências
    e ter-se-á perdido algures entre o alcool e as drogas. Consta que se terá
    avistado a ele próprio, mas não se terá reconhecido...

    Beijinhos selvagens! :))

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  12. Nem mais, Leão da Estrela.
    Concordo.

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